quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Recife - Pernanmbuco

HISTÓRIA DE RECIFE


Pequena colônia de pescadores fundada em 1537, numa localização privilegiada, a Cidade chamou a atenção de colonizadores portugueses que fundaram um porto no local. Olinda era a Capital da Capitania de Pernambuco e passou a escoar toda a produção de açúcar através deste porto.

A evolução da exportação acelerou as atividades portuárias e desenvolveu a povoação, então chamada Povoação dos Arrecifes, ou Ribeira Marinha dos Arrecifes. Esta prosperidade provocou a invasão holandesa. Estes incendiaram Olinda, fazendo com que um grande fluxo migratório chegasse a Recife. A Cidade iniciava uma nova fase.

Foram feitos aterros e em 1637, Maurício de Nassau, holandês na qualidade de Governador-Geral, deu início a um plano de urbanização para a construção da chamada Cidade Maurícia. Construiu-se palácios, pontes, escolas, estradas, o primeiro Jardim Botânico do País e até um observatório astronómico.


Fonte: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=374439

Mesmo com o fim do domínio holandês, em 1654, a Cidade continuou a se desenvolver e passou à categoria de Vila em 1710, contrariando os senhores-de-engenho da reconstruída Olinda, gerando uma série de revoltas dos nativos como a Guerra dos Mascates.

Em 1711, instala-se a alfândega e em 1823 é elevada a Cidade e, quatro anos depois, a Capital da Província. Olinda reage através de várias insurreições, destacando-se a Confederação do Equador (1824) e a Revolução Praieira (1848).

No fim do século XIX Recife era um empório comercial. Inicia-se, então, a implantação de indústrias. O desenvolvimento da Capital deu origem a fluxos migratórios causando altas taxas de desemprego e subemprego e à construção de moradias em mangues e elevações, formando os mocambos com precárias condições de vida.




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O Recife é um dos portões de entrada do Brasil. Cortada por vários rios e banhada pelo mar, o Recife é uma cidade de contrastes, onde o antigo, legado português e holandês do tempo do Brasil Colonial, une-se às modernas construções.

Na fronteira do Recife com Olinda está o Centro de Convenções de Pernambuco, um dos maiores e mais modernos do País.

Entre os pontos de interesse turístico, o Recife oferece a Praia de Boa Viagem, o Bairro do Recife, com belos sobrados e o melhor em animação nocturna, o Centro Cultural Judaico de Pernambuco.

Na Rua do Imperador, no Bairro de Santo António, a Capela Dourada é uma das mais expressivas representações da arte barroca nas igrejas brasileiras. Esta Capela Dourada é considerada a expressão máxima da arte sacra barroca no Recife.

O Mercado de São José, foi inaugurado em 1875 e representa uma das primeiras construções do Brasil com toda a estrutura feita em ferro.


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A Casa da Cultura está localizada na Rua Floriano Peixoto s/n, bairro de Santo António, no prédio construído originalmente para abrigar a Casa de Detenção do Recife. Foi inaugurada em Abril de 1976, dispõe de 90 lojas de artesanato além de instalações para três museus, um teatro de arena, um cinema de arte e um restaurante.

A Oficina de Cerâmica Brennand, com aproximadamente 1.500 peças do artista pernambucano homónimo, possui exposição permanente dentro da reserva da Mata Atlântica, no Engenho São João, bairro da Várzea. As peças mostram a diversidade da expressão do ceramista. No local, funciona ainda uma fábrica que produz cerca de 20.000 m2 de cerâmica por mês. A cerâmica Brennand é considerada uma das melhores do Estado.





Fonte: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=374439
O Carnaval de Recife é conhecido nacionalmente pela sua alegria, animação e espontaneidade. Os ritmos contagiantes e variados e as fantasias criativas brilham nas cidades cheias de gente, luzes e sons. No Recife, estão todos os Carnavais do Brasil:


Frevo, com todas as suas variações, Maracatu,Afoxé, Samba e Caboclinhos.
Dos trombones e trompetes do frevo-de-rua aos tambores e ganzás dos maracatus e afoxés; dos bandolins e banjos do frevo-de-bloco às sanfonas e triângulos dos ursos, o carnaval recifence está pronto para encantar os foliões locais, nacionais e internacionais.

As denominadas Festas Juninas contemplam as Festas de Santo António, a 13 de Junho, e São João, a 24 de Junho, e de São Pedro, a 29 de Junho. No Nordeste brasileiro, estas festas são acompanhadas de fogueiras, de milho assado e de quadrilhas. As fogueiras são homenagens prestadas a São Pedro, que morreu crucificado e queimado pelos romanos. O milho, nestas festas, representa a alegria da colheita, sendo a espiga o símbolo da fecundidade da terra.

No Nordeste, a Festa de São João é muito comemorada, sobretudo nos sertões, destacando-se as cidades de Caruaru, em Pernambuco, e Campina Grande, na Paraíba, com os maiores festejos juninos. As quadrilhas de São João são originárias da França e chegaram ao Brasil, por volta de 1808, com os membros da Corte Portuguesa. ( http://recifeveneza.com.tripod.com/cultura.htm, extraída dia 28/10/2009 as 17:04)



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