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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Palestina

Palestina

Palestina é a denominação histórica dada pelo Império Britânico a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as margens do Rio Jordão. O seu estatuto político é disputado acesamente.


Palestina

Área geográfica da Palestina, conforme definida pelo Império Bizantino, no final do século IV, com as fonteiras das dioceses da Palaestina Prima e Palaestina Secunda.A área correspondente à Palestina até 1948 encontra-se hoje dividida em três partes: uma parte integra o Estado de Israel; duas outras (a Faixa de Gaza e a Cisjordânia), de maioria árabo-palestina, deveriam integrar um estado palestiniano-árabe a ser criado - de acordo com a lei internacional, bem como as determinações das Nações Unidas e da anterior potência colonial da zona, o Reino Unido. Todavia, em 1967, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia foram ocupadas militarmente por Israel, após a Guerra dos Seis Dias.


Palestina

Há alguns anos, porções dispersas dessas duas áreas passaram a ser administradas pela Autoridade Palestiniana, mas, devido aos inúmeros ataques terroristas que sofre, Israel mantém o controlo das fronteiras e está actualmente a construir um muro de separação que, na prática, anexa porções significativas da Cisjordânia ocidental ao seu território.

Palestina

A população palestina dispersa pelos países árabes ou em campos de refugiados, situados nos territórios ocupados por Israel, é estimada em 4.000.000 de pessoas.

 

Omã

Omã

Omã (ou também, em Portugal, raramente, Omão) é um país situado na Arábia, mais especificamente na extremidade oriental da Península Arábica. Capital: Mascate.

O país é constituído por três territórios descontínuos. Os dois territórios menores estão encravados nos Emirados Árabes Unidos, sendo constituídos pelo Enclave de Madha e pela Península de Musandam e territórios adjacentes, no Estreito de Ormuz que separa o Golfo Pérsico do Golfo de Omã. O território maior limita a norte com o Golfo de Omã (do outro lado do qual se estendem as costas do Irão e Paquistão), a leste e sul com o Mar da Arábia e a oeste com o Iémen, com a Arábia Saudita e com os Emiratos Árabes Unidos.
Até 1958, o enclave de Gwadar na costa norte do golfo de Omã, Baluchistão, Paquistão, dependia do sultanato de Omã.

Omã
 
História


Antiga Satrapia do Império Persa, e posteriormente, do Sassânida, o Omã só ficou livre desse poder em 632. Em 751, os Ibadis criaram o Emirado do Omã, sendo governado por imames. durante séculos o Omã não passava de um mero país incrustrado no deserto, até que os Portugueses o invadiram em 1508. Em 1659, os Otomanos tomam o Omã e expulsam os portugueses. Em 1741 os Otomanos foram expulsos pelo então proclamado Sultão bin Sultan al Busaid. Inicia-se a era de ouro do sultanato, que expande suas fronteiras e obtém várias colônias no Oceano Índico (Zanzibar e Comores, na África e o Baluchistão, na Ásia) que foram perdidas no colapso que o país sofreu, em 1891, quando virou um mero protetorado britânico, tornando-se novamente independente em 1971.

Omã


Omã

Omã

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Nepal

Nepal

O Nepal é um país asiático dos Himalaias, limitado a norte pela China e a leste, sul e oeste pela Índia. A sua capital é Catmandu. No país se situa o monte Evereste, o pico mais alto da terra com 8.848 m, na fronteira norte com a China.

As principais cidades desta nação são Lumbini, onde nasceu Sidarta Gautama, conhecido como o Buda, e a cidade-lago de Pokhara, situadas no vale de Catmandu. Têm grande importância para o turismo, sendo reconhecidas pela UNESCO devido ao valor histórico e por lá se encontrar um grande acervo monumental.

Nepal

O Nepal é um país pobre, situado na encosta da cordilheira do Himalaia, centro da Ásia, entre a China e a Índia, e tem uma das maiores densidades demográficas do continente, com 153 habitantes por quilômetro quadrado. A população nepalesa é composta de 12 etnias, que convivem harmonicamente.

Nepal

A agricultura emprega 90% da mão-de-obra, tornando o país grande fornecedor de arroz para a região. Em vez de construção de estradas, conter a erosão do solo há séculos tem sido a principal ocupação dos governantes, sendo que o sistema de terraços usados na irrigação do arroz é um desafio aos meios usados no ocidente para conter o mesmo tipo de erosão.

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Japão

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O Japão é um país insular da Ásia Oriental. Localizado no Oceano Pacífico, a leste do Mar do Japão, da República Popular da China, da Coreia do Norte, da Coreia do Sul e da Rússia, se estendendo do Mar de Okhotsk, no norte, ao Mar da China Oriental e Taiwan, ao sul. Os caracteres que compõem o nome do Japão significam "origem do sol", razão pela qual o Japão é às vezes identificado como a "Terra do Sol Nascente".


Japão

O Japão é um arquipélago de 6.852 ilhas.As quatro maiores ilhas são Honshu, Hokkaido, Kyushu e Shikoku, representando em conjunto 97% da área terrestre do Japão. A maior parte das ilhas é montanhosa, com muitos vulcões como, por exemplo, o pico mais alto do Japão, o Monte Fuji. O Japão possui a nona maior população do mundo, com cerca de 128 milhões de habitantes. A Região Metropolitana de Tóquio, que inclui a capital de facto de Tóquio e várias prefeituras adjacentes, é a maior área metropolitana do mundo, com mais de 30 milhões de habitantes.

Japão

Pesquisas arqueológicas indicam que pessoas já viviam nas ilhas do Japão no período Paleolítico Superior. A primeira menção escrita do Japão começa com uma breve aparição em textos históricos chineses do século I. A influência do resto do mundo seguida por longos períodos de isolamento tem caracterizado a história do país. Desde a sua constituição em 1947, o Japão se manteve como uma monarquia constitucional unitária com um imperador e um parlamento eleito, a Dieta.

Japão

Uma grande potência econômica, o Japão possui a segunda maior economia do mundo em PIB nominal e a terceira maior em poder de compra. É também o quarto maior exportador e o sexto maior importador do mundo, além de ser o único país asiático membro do G8. O país mantém uma força de segurança moderna e ampla que é utilizada para auto-defesa e para funções de manutenção da paz. O Japão possui um padrão de vida muito alto (10º maior IDH), com a maior expectativa de vida do mundo (de acordo com estimativas da ONU e da OMS) e a terceira menor taxa de mortalidade infantil.

Japão

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Indonésia

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A República da Indonésia é um grande país localizado entre o sudeste asiático e a Austrália que é composto pelo maior arquipélago do mundo, as Ilhas de Sonda, e ainda a metade ocidental da Nova Guiné. Tem fronteiras terrestres com a Malásia, em Bornéu, com Timor-Leste, e com a Papua-Nova Guiné; e marítimas com as Filipinas, Malásia, Singapura, Palau, Austrália e com o estado indiano de Andaman e Nicobar. A localização entre dois continentes, a Ásia e a Oceania, faz da Indonésia uma nação transcontinental. Sua capital é Jacarta.

É o quarto país mais populoso do mundo e o primeiro entre os países islâmicos.

Indonésia
 
História
 
Entre os séculos VII e XIV, formaram-se nas ilhas de Samatra e Java vários reinos hindus e budistas mas, com a chegada de comerciantes árabes de Gujarate (Índia), no século XII, o Islão tornou-se a religião dominante na maior parte do arquipélago.

Quando os europeus ali chegaram em princípios do século XVI (em 1511, Francisco Serrão juntamente com António de Abreu chegam às ilhas Molucas), e começaram a dominar os reinos que ali existiam, na sua vontade de monopolizar o comércio das especiarias. A história da colonização holandesa da Indonésia começa com a expedição de Cornelis de Houtman. No século XVII, os holandeses, através da Companhia Holandesa das Índias Orientais, estabeleceram na região a sua colónia das “Índias Orientais Holandesas” (sem, no entanto, conseguirem ocupar a colónia portuguesa de Timor).

Indonésia

Durante a Segunda Guerra Mundial, os Países Baixos, que foram ocupados pela Alemanha Nazi, perderam a sua colônia para os japoneses. Com o fim da guerra, Sukarno, que tinha cooperado com os japoneses, declarou a independência da Indonésia, mas os aliados apoiaram o exército neerlandês a tentar recuperar a sua colónia. A guerra pela independência, denominada Revolução Nacional Indonésia, durou quatro anos e, sob pressão internacional, os Países Baixos foram forçados a reconhecer o novo país.

Indonésia

Arrozais na ilha de Bali.A Indonésia – que havia incorporado a parte ocidental (antes holandesa) da ilha de Timor logo após a Segunda Guerra Mundial – é um país de enorme heterogeneidade étnica, histórica, cultural e linguística, com pelo menos 25 idiomas locais, 250 dialetos e quatro religiões principais, predominando o islamismo.


Indonésia

Entre os anos de 1963 e 1965 o Partido Comunista da Indonésia, que mantinha relações secretas com a China comunista de Mao Tse Tung, elaborou um plano para fortalecer o governo pró-Pequim de Surkano. A ideia era decapitar o alto comando anticomunista do exército para manter mais da metado do Exército, dois terços da Aeronáutica e um terço da Marinha alinhados ao Partido Comunista da Indonésia. Em 30 de setembro de 1965 o plano foi colocado em prática e o chefe do Exército e outros cinco generais foram presos e executados. Contudo esse plano fracassou, pois Suharto, um general até então de pouca expressão, estava informado sobre esse plano, esperou a prisão e execução dos generais para rapidamente tomar o poder.O golpe de Estado do general Suharto, apoiado pelos Estados Unidos e seus aliados, derrubou o governo do líder populista Sukarno em 1965, sob o pretexto de deter o avanço comunista. Foi um banho de sangue que vitimou mail de 500 mil de indonésios supostamente comunistas. De caráter agressivo, militarista e essencialmente corrupto, a ditadura de Suharto promoveu a repressão e a opressão da população. Reforçou, também, a centralização política e o expansionismo. Assim, poderiam impedir a diversidade existente no país e reforçar as tensões autônomas opositoras à constituição de uma "Grande Indonésia". Com isso, houve conflitos autônomos nas ilhas Molucas, em Samatra, na Nova Guiné, em Celebes e Bornéu e fronteiriços com a Malásia e Papua-Nova Guiné.

Indonésia

A Indonésia ambicionava anexar a parte oriental da ilha de Timor, embora afirmasse reconhecer o domínio português.
Suharto foi reeleito 5 vezes e governou o país com a ajuda dos militares mas, com a crise económica asiática de 1997, o país voltou à rebelião e o presidente foi obrigado a renunciar e entregou o poder ao seu Vice-Presidente, B. J. Habibie. No entanto, nas eleições de 1999, Habibie perdeu-as para Megawati Sukarnoputri, filha de Sukarno, que não chegou a ser empossada, tendo sido substituída pelo seu partido político por Abdurrahman Wahid. A crise de Timor-Leste virou as cartas e Megawati voltou à presidência em 2001. Em 2004, nas primeiras eleições directas, foi eleito o actual presidente, Susilo Bambang Yudhoyono.


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Hong Kong

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Hong Kong , oficialmente Região Administrativa Especial de Hong Kong da República Popular da China  é uma Região Administrativa Especial da República Popular da China e uma ex-colônia do Império Britânico até 1997. Segundo o "um país, dois sistemas" a política e a Lei Básica de Hong Kong tem um "alto grau de autonomia" em todas as áreas, exceto política externa e defesa. Hong Kong é um centro financeiro internacional, com uma economia capitalista altamente desenvolvida, sendo uma das economias mais liberais do mundo.


Hong Kong


Após a Primeira Guerra do Ópio, a Ilha de Hong Kong se tornou uma colônia do Império Britânico em 1842. A colônia foi ampliada nos termos da Convenção de Pequim (1860) e a Convenção para a Extensão do Território de Hong Kong (1898). Hong Kong foi reclassificado como um território britânico cargo em 1983, até a sua soberania ser transferida para a República Popular da China (RPC) em 1997. Conhecida pelos seus arranha-céus e por seu profundo porto natural, a sua identidade como um centro cosmopolita onde o Oriente encontra o Ocidente se reflete em sua gastronomia, cinema, música e tradições. A população da cidade é de 95% da chinesa e 5% de outros grupos étnicos.Com uma população de 7 milhões de habitantes e uma área de 1.054 km², Hong Kong é uma das áreas mais densamente povoadas do mundo.

Hong Kong

Hong Kong possui possui seu próprio sistema legal, moeda, alfândega, direitos de negociação de tratados (como tráfego aéreo e permissão de aterragem de aviões) e leis de imigração próprias. Hong Kong mantém até suas próprias regras de trânsito, com toda a frota de automóveis dirigindo no l ado esquerdo. Apenas a defesa nacional e relações diplomáticas são responsabilidades do governo central em Pequim.

Hong Kong

Apesar de Hong Kong ter passado para o controle chinês, o nome em cantonês da região ("Hong Kong") permanece como referência internacional, em detrimento do equivalente em chinês mandarim, "Xiānggǎng". A escrita do nome do território, tanto em cantonês como chinês, é representada pelos mesmos caracteres.

Hong Kong

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Mongolia

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Mongólia é um país sem costa marítima localizado na Ásia Oriental e Central. Faz fronteira com a Rússia no norte e com a República Popular da China no sul, leste e oeste. Embora a Mongólia não partilhe uma fronteira com o Cazaquistão, o seu ponto mais ocidental é de apenas 38 quilômetros da ponta leste do Cazaquistão. Ulan Bator, a capital e maior cidade, é o lar de cerca de 38% da população do país. O sistema político vigente na Mongólia é de uma república parlamentarista.


Mongolia

A área do que é hoje a Mongólia foi governada por diversos impérios nômades, incluindo Xiongnu, Xianbei, Rouran, Göktürks e outros. O Império Mongol foi fundado por Genghis Khan em 1206. Após o colapso da Dinastia Yuan, os mongóis voltaram para os seus padrões anteriores. Nos séculos XVI e XVII, a Mongólia ficou sob a influência do Budismo tibetano. No final do século XVII, a maior parte da Mongólia havia sido incorporada a área governada pela Dinastia Qing. Durante o colapso da dinastia Qing, em 1911, a Mongólia declarou sua independência, mas teve de lutar até 1921 para estabelecer firmemente sua independência de facto e até 1945 para ganhar reconhecimento internacional. Como conseqüência, ficou sob forte influência Russa e Soviética: Em 1924, a República Popular da Mongólia foi declarada e a política mongol começou a seguir os mesmos padrões de política soviética da época. Após o colapso dos regimes comunistas na Europa Oriental no final de 1989, a Mongólia viu a sua própria Revolução Democrática no início de 1990, que levou a um sistema multipartidário, uma nova constituição em 1992, e - em bruto - a transição para uma economia de mercado.

Mongolia

Com 1.564.116 quilômetros quadrados, a Mongólia é o 19º maior país do mundo e o menos povoado país independente do mundo, com uma população de cerca de 2,9 milhões de pessoas. É também o segundo maior país do mundo sem costa marítima, depois do Cazaquistão. O país contém muito pouca terra arável, sendo a maior parte de sua área coberta por estepes, com montanhas ao norte e ao oeste e com o deserto de Gobi, ao sul. Aproximadamente 30% da população são nômades ou semi-nômades. A religião predominante na Mongólia é o Budismo tibetano e a maioria dos cidadãos do Estado são da etnia mongol, embora Cazaques, Tuvanos e outras minorias também vivam no país, especialmente no oeste. Cerca de 20% da população vive com menos de US$ 1,25 por dia.

Mongolia

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Mianmar

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Myanmar, Mianmar, Mianmá, Miamar ou Birmânia é um país do sul da Ásia continental limitado ao norte e nordeste pela China, a leste pelo Laos, a sudeste pela Tailândia, ao sul pelo Mar de Andamão e pelo Canal do Coco, a oeste pelo Golfo de Bengala e a noroeste por Bangladesh e pela Índia. Em 2006, a capital do país foi transferida de Rangum para Naypyidaw.


Mianmar

A Birmânia tornou-se independente do Reino Unido em 4 de janeiro de 1948, com o nome oficial de União da Birmânia, designação que voltou a adotar após um período como "República Socialista da União da Birmânia" (4 de janeiro de 1974 a 23 de setembro de 1988). Em 18 de junho de 1989, o regime militar birmanês anunciou que o nome oficial do país passaria a ser União de Mianmar. A nova designação foi reconhecida pelas Nações Unidas e pela União Européia, mas não pelos governos dos EUA e Reino Unido.

Mianmar

A diversa população birmanesa teve papel fundamental para definir a política, história e demografia do país nos tempos modernos. Seu sistema político é hoje mantido sob controle estrito do Conselho de Estado para a Paz e o Desenvolvimento - o governo militar chefiado, desde 1992, pelo General Than Shwe. As forças armadas birmanesas controlam o governo desde que o General Ne Win desfechou um golpe de Estado em 1962 para derrubar o governo civil de U Nu. Integrante do Império Britânico até 1948, a Birmânia continua a enfrentar tensões étnicas. A cultura do país baseia-se no budismo teravada, temperado por elementos locais.


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Malásia

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A Malásia  é um país do Sudeste Asiático que compreende dois territórios distintos: a parte sul da península Malaia e ilhas adjacentes, e uma seção do norte da ilha de Bornéu. A península da Malásia confina a norte com a Tailândia, a leste com o mar da China Meridional, e a sul e a oeste com o estreito de Malaca, fazendo fronteiras marítimas com a Indonésia, a leste, sul e oeste, e com Singapura a sul. A Malásia Insular limita a oeste e a norte com o mar da China Meridional, a norte com o Brunei, a leste com o mar de Sulu e a sul com a Indonésia, fazendo fronteira marítima com as Filipinas a norte e a leste. A capital do país é Kuala Lumpur.

Malásia

História

Desde 1824 foi uma colônia do Reino Unido, e, entre 1942 e 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, foi ocupada pelo Japão. Em 1948 os britânicos formaram a Federação Malaia, que conseguiu a sua independência em 1957. A Malásia foi formada em 1963 quando as colônias britânicas de Sabah, Sarawak e Singapura entraram para a federação. Os primeiros anos do país foram marcados por esforços da Indonésia controlar a Malásia, reivindicações de Sabah pelas Filipinas e pela secessão de Singapura da federação em 1965. Nove dos 13 estados da Malásia têm um sultão ou um chefe de Estado hereditário; os restantes quatro têm governadores nomeados pelo rei. Em 1969 os conflitos raciais entre chineses e malaios levaram a tumultos e os partidos malaios perderam votos nas eleições que se seguiram. Continuam a existir restrições às liberdades individuais como a proibição de discussão em público. Apesar das consideráveis diferenças étnicas, a Malásia tem progredido com a criação da unidade nacional.


Malásia

Malásia

Malásia

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Macau

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Macau  é uma Região Administrativa Especial da República Popular da China desde os primeiros momentos da madrugada do dia 20 de Dezembro de 1999. Antes desta data, Macau foi colonizada e administrada por Portugal durante mais de 400 anos e é considerada o primeiro entreposto bem como a última colónia europeia na China.


Macau

Esta administração teve começo em meados do século XVI , quando Macau foi colonizada e ocupada gradualmente  pelos portugueses. Estes últimos rapidamente trouxeram prosperidade a este pequeno pedaço de terra, tornando-a numa grande cidade e importante intermediário no comércio entre a China, a Europa e o Japão, fazendo com que ela atingisse o seu auge nos finais do século XVI e nos inícios do século XVII. Só em 1887 é que a China reconheceu oficialmente a soberania e a ocupação perpétua portuguesa sobre Macau, através do "Tratado de Amizade e Comércio Sino-Português" . Em 1967, como consequência do Motim 1-2-3 levantado pelos residentes chineses pró-comunistas de Macau no dia 3 de Dezembro de 1966, Portugal renunciou a sua ocupação perpétua sobre Macau . Em 1987, após intensas negociações entre Portugal e a República Popular da China, os dois países concordaram que Macau iria passar de novo à soberania chinesa no dia 20 de Dezembro de 1999 . Actualmente, Macau está a experimentar um grande e acelerado crescimento económico, baseado no acentuado desenvolvimento do sector do jogo e do turismo, as duas actividades económicas vitais desta região administrativa especial chinesa.

Macau

É constituída pela Península de Macau e por duas ilhas (Taipa e Coloane, entretanto com a ligação feita por terra seca por meio de um aterro, o istmo de Cotai), numa superfície total de 28,6 km². Macau situa-se na costa meridional da República Popular da China, a oeste da foz do Rio das Pérolas e a 60 km de Hong Kong, que se encontra aproximadamente a este de Macau. Faz fronteira a norte e a oeste com a Zona Económica Especial de Zhuhai, logo é adjacente à província de Guangdong .

Macau

Macau efectua muitos aterros para reclamar, "obter" mais espaços de construção à foz do Rio das Pérolas. Tem cerca de 538 mil habitantes, sendo a esmagadora maioria de etnia chinesa


Macau

Desde 20 de Dezembro de 1999, o nome oficial de Macau é "Região Administrativa Especial de Macau da República Popular da China" (RAEM). Após o estabelecimento da RAEM, Macau actua sob os princípios do Governo Popular Central Chinês da RPC de "um país, dois sistemas", de "Administração de Macau pela Gente de Macau" e de "Alto Grau de Autonomia", gozando por isso de um estatuto especial, semelhante ao de Hong-Kong, e possuindo consequentemente um elevado grau de autonomia, limitando-se apenas no que se refere às suas relações exteriores e à defesa. Foi também garantido pela RPC a preservação do seu sistema económico-financeiro e das suas especificidades durante pelo menos 50 anos, isto é, pelo menos até 2049

Macau
 
 
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Líbano

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O Líbano é um pequeno país montanhoso situado no Médio Oriente. Faz fronteira a sul com Israel, a norte e a leste com a Síria, sendo banhado a oeste pelo Mar Mediterrâneo. A sua capital, e maior cidade, é Beirute.


Líbano
 
História
 
O Líbano é um país do oeste asiático situado no extremo leste do Mar Mediterrâneo, limitado ao norte e a leste pela Síria e ao sul por Israel, na região do Crescente Fértil, onde surgiram as primeiras grandes civilizações da humanidade. É, junto com a Síria, uma das pátrias históricas dos fenícios, negociantes semitas da Antiguidade, cuja cultura marítima floresceu na região durante mais de 2000 anos e que criaram o primeiro alfabeto, do qual saíram todos os demais, tanto semíticos como indo-europeus. Foram os fenícios que fundaram Cartago, a maior rival de Roma na antigüidade. Outras cidades importantes eram: Tiro, Sídon, Biblos e Arvad que mantiveram sua importância durante o domínio romano. Com a conquista de Alexandre Magno em 332 a.C., a região ficou integrada na civilização helenística. Seguiu-se a dominação do Egipto ptolemaico, que por sua vez foi seguida pela dominação do Império Selêucida.


Líbano

No século I a.C. o Líbano passou a fazer parte do Império Romano e, em seguida do Império Bizantino, sendo introduzido o cristianismo na região. A conquista árabe do século VII introduziu a actual língua do país, o árabe, bem como a religião islâmica. Durante a Idade Média o território que hoje é o Líbano esteve envolvido nas cruzadas quando então foi disputado pelo Ocidente cristão e pelos árabes muçulmanos. No século XII o sul do Líbano esteve integrado no reino latino de Jerusalém. Foi depois ocupado pelos turcos do Império Otomano em 1516.
Entre o fim do século XIX e o início do século XX, grandes quantidades de libaneses de diferentes etnias e religiões fugiram de conflitos bélicos e perseguições religiosas; muitos migraram para a América, estabelecendo-se em países como os Estados Unidos, a Argentina e o Brasil (ver Imigração árabe no Brasil).

Líbano


O fim da Primeira Guerra Mundial trouxe consigo o fim do Império Otomano e a ocupação da Mesopotâmia e da Palestina pelas tropas francesas e britânicas. Reconhecida a importância que petróleo teve durante a guerra, as potências ocupantes decidiram controlar todo este vasto território e impedir o acesso alemão aos poços de petróleo de Kirkuk . As divisões previamente estipuladas pelo Acordo Sykes-Picot elaborado ainda em tempo de guerra foram alteradas em San Remo. o Líbano foi colocado sob o mandato francês, confirmado pela Sociedade das Nações em 1922. A República Libanesa foi criada em 1926. Durante a Segunda Guerra Mundial, país foi ocupado (1941-1945), pelas forças da França apoiadas pelos britânicos.
A independência foi conquistada em 1943, sendo o país considerado,sob o ponto de vista financeiro, a Suíça do Oriente. Por ali eram feitas grandes negociações de petróleo. Sob o ponto de vista turístico, era comparado ao Mónaco do Oriente; possuía casinos e hotéis de luxo, porém, disputas crescentes entre cristãos e muçulmanos, exacerbadas pela presença de refugiados palestinos, minaram a estabilidade da república. A hostilidade entre os grupos cristãos e muçulmanos levou a uma guerra civil e a intervenção armada (1976) pela Síria, com apoio dos EUA e de Israel. As atividades da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), levaram à invasão e ocupação israelita (1978), da parte sul do Líbano. Uma força de paz da ONU tentou sem sucesso estabelecer uma zona intermediária. Em 1982, Israel promoveu uma segunda grande invasão militar que provocou a saída de palestinos. As forças de paz da ONU retornaram aquela região quando houve o massacre de civis palestinianos em Sabra e Chatila, realizado por falangistas do Kataeb, como vingança pelo assassínio do presidente e líder do partido Bachir Gemayel, supostamente cometido por guerrilheiros palestinianos. Embora Israel não tenha participado no massacre vários jornalistas presentens nos campos afirmam que o exército israelita não podia ter deixado de saber o que se passava nos campos de refugiados . A Síria interveio novamente em 1987 para acabar com a luta entre as forças "muçulmanas" aliadas. Israel criou o Exército do Sul do Líbano, em 1982, e ocorreram cerca de vinte invasões aéreas israelitas durante o ano de 1988.

Líbano

No mesmo ano, o governo libanês cindiu-se com o fim do mandato de Amin Gemayel, irmão de Bachir, e o país passou a ter dois primeiros-ministros ( o sunita Selim Hoss, que era o primeiro-ministro de fato e de direito de acordo com a Constituição e o general cristão Michel Aoun, indicado por Gemayel) e nenhum presidente. Em 1989, foi negociado um acordo na Arábia Saudita (Acordo de Taif), nele o domínio maronita no governo deveria ser reduzido. Apesar da relutância, uma frágil paz foi estabelecida sob a protecção da Síria que foi formalizada por um tratado em 1991. A tensão no sul do país continuou, com os contra-ataques guerrilheiros do Hezbollah, apoiados pelo Irã e pela resistência laica árabe (palestinos, comunistas libaneses e palestinos e pan-sirianistas), contra a ocupação deste território libanês pelo exército israelense e pelo ESL.

Líbano

Em 1996, agressões israelitas provocaram a intervenção dos Estados Unidos e da França. Com a participação da Síria, do Líbano e de Israel, foi aberta uma negociação que ficou conhecida como "entendimento de Abril" que reconheceu o direito de resistência contra a ocupação do exército israelita e a milícia pró-israelita chamada Exército do Sul do Líbano, com as devidas salvaguardas da população civil e da infraestrutura do país. A resistência libanesa obedeceu ao "entendimento de Abril" não violando os seus termos. O que tem ocorrido desde então são acções de legítima defesa da resistência libanesa contra a ocupação que causaram o descontrole do exército israelita, o qual começou a perpetuar violentos e desesperados ataques contra o Líbano, como os do dia 8 de fevereiro de 2000. Finalmente, em maio de 2000, Israel, sob forte pressão da resistência, se retirou de grande parte do sul do Líbano. A retirada foi repentina para provocar uma guerra civil em pequena escala. Entretanto, os libaneses reclamam da ocupação israelense das Fazendas de Chebaa, região contínua às Colinas do Golã.

Líbano

Após a retirada israelense em 2000,nasceram pressões para a retirada das tropas sírias do país. O presidente sírio, Bashar al-Assad, filho e sucessor de Hafez al-Assad, eleito em 2001, iniciou a retirada de alguns contingentes sírios no mesmo ano, reduzindo o número de efectivos de 30 mil para 15 mil soldados. Com a nova administração de George W. Bush, iniciada em 2001, e seu projeto neo-conservador, os americanos deixaram de apoiar a presença síria no Líbano. Depois das resoluções da ONU que se imiscuíram na política interna do Líbano e o assassinato do ex-primeiro-ministro Rafic Hariri, em 14 de Fevereiro de 2005, um fervor nacional percorreu o Líbano, com milhares de pessoas nas ruas exigindo a total retirada das tropas sírias, o que ocorreria a 27 de Abril de 2005. Este movimento patriótico ficou conhecido por Revolução dos Cedros e teve a colaboração mais ou menos activa de todas as confissões religiosas. No verão de 2006 e depois da captura de dois soldados israelitas pelo Hezbollah, Israel bombardeia todo o país,destruindo as suas infra-estruturas, e causando milhares de vítimas, partido depois para uma invasão terrestre, condenada a nível internacional. Esta última invasão israelita deixou sequelas na frágil coligação governamental, com os ministros afectos ao Hezbollah a abandonar o governo de unidade nacional presidido pela coligação pro-ocidental "14 de Março". Durante o ano de 2007 assistiu-se a um deteriorar das relações entre ambos os blocos que se traduziu na impossibilidade da eleição de um novo Presidente da República após o fim do mandato do presidente pró-sírio Émil Lahoud a 22 de Novembro de 2007. A tensão entre o movimento pró-sírio e o movimento pró-ocidental culminou na investida do Hezbollah contra o partido do primeiro-ministro Fouad Siniora e seus aliados, que implicou uma invasão armada da cidade de Beirute em Maio de 2007. Após uma ronda de conversações de paz no Qatar, as partes acordaram na formação de um novo governo e na eleição do novo presidente, o general Michel Suleiman.


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Laos

Laos

O Laos é um país asiático, localizado na Indochina e limitado a norte pela China, a leste pelo Vietname, a sul pelo Camboja, a sul e oeste pela Tailândia e a oeste por Myanmar.

Laos

História

A região que hoje é o Laos foi dominada pelo reino Nanzhao até o século XIV, sucedido pelo reino local de Lan Xang. A dinastia de Lan Xang foi ao declínio no século XVIII quando a Tailândia assumiu o controle da área setentrional do reino. No século XIX, a França que já dominava o Vietnã, assume também o protectorado do Laos, formando assim a Indochina em 1893. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Japão invadiu o Laos. Com o fim da guerra, em 1945, o Laos proclama o fim do protectorado, sob a liderança do rei Sisavang Vong. No entanto, a França apenas em 1949 aceita alteração ao estatuto do país: primeiro torna-se estado associado da República Francesa e em 1954, reino independente.


Laos

A instabilidade política na região causada pela Guerra Fria causa uma guerra civil e diversos golpes de estado. Em 2 de dezembro de 1975 é proclamada a República e instalado o governo comunista Pathet Lao apoiado pelo Vietnã e pela União Soviética destronando o governo do rei Savang Vatthana, apoiado pela França e pelos Estados Unidos.

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